Dead Men

São Paulo, São Paulo, Brazil
Bem vindo

Dead men

Dead men
estou onde eu quero!!!

quarta-feira, 25 de julho de 2007


Eu já estou cansado de ver orisontes.


Não está mais divertido.


Porque será?


A minha vida continua mudando.

terça-feira, 24 de julho de 2007

X POESIA


X POESIA.


Pão.

Queijo.

Alface.

Tomate.

Presunto.

Ovo.

Hambúrguer.

Maionese.


Isso tudo você vai acha

Na banca do Rato burgue

Na avenida Ipiranga

Em frente ao copam


Mais tome cuidado.

As vazes eles esquecem de propósito

Alguns dos ingredientes


Bom apetite

domingo, 22 de julho de 2007



Há! Era à vontade de voar de novo,

como se nada conseguisse me parar,

nem aquele olhar,

aquele desejo,

nem aquela pessoa.

Sim era eu e o nada d'novo.

Os anjos que me rodavam eram belos,

um estava com vontade de me jogar para o céu,

e o outro estava com a alegria explodindo só de ver felicidade dos seres.

No momento qualquer lugar era lindo,

com as luzes mais fortes,

com pessoas deformadas (mas felizes),

prédios com formas entranhas

e os maiores problemas sumindo,

O delírio foi perfeito.

terça-feira, 17 de julho de 2007


Deixe-me em paz.
Saia da minha frente.
Não tenho culpa pela sua solidão.
Você que procurou isso.
Agora está se afogando.
Agora eu, dou risos da sua cara.
Você não é mais especial.
Nem incomum.
Quando penso em você me dá vontade de vomita.
Não sei como possa ser tão burra.
No entanto achei um lugar.
Para ficar o mais longe.
Quero que você MORRA.
Mais não pelas minhas mãos.
No momento te odeio com todas as minhas forças.
Agora vai cuidar da porra da sua vida.
Desculpa pela bagunça.


domingo, 15 de julho de 2007


Pronto para acabar

A qualquer hora

no momento sem limites

Preparado para atacar

Mais estou em paz

Mais quero que você se foda ok?

Continuo procurando.

O que eu não sei.

mais para que?

eu também não sei.

as ruas tem repostas.

mais elas precisam das perguntas certas.

E eu não quero saber!

Apenas quero viver.

Apenas!

sexta-feira, 13 de julho de 2007


Cada coisa esta no lugar.
A casa parece um chiqueiro.
Não sei como andar nessa avalanche de lixo.
A pia da cozinha não para de aumenta.
Os cinzeiros estão transbordando.
Pessoas entram e saem dessa casa.
A casa é um verdadeiro calçadão.
Muitas pessoas pasão mais não se conhecem.
Eu continuo sentado na minha cadeira
O meu maço continua cheio.
Como Eu não sei.
Mais continuo fumando e enchendo os cinzeiros.
Como cada coisa esta no lugar?
Sei que agora não estou perdido.
Mais um dia a mais é um dia a menos.

quarta-feira, 11 de julho de 2007


Para que um HOMEM o imita?

Dead Men


O que faz um homem morto?